A saúde óssea na terceira idade exige atenção especial e cuidados preventivos. Com o envelhecimento, os ossos naturalmente se tornam mais frágeis, aumentando significativamente o risco de fraturas e comprometendo a qualidade de vida.
Nossos ossos fazem a sustentação principal do corpo humano, protegendo órgãos vitais. No entanto, ao longo da vida, alguns fatores podem alterar o metabolismo ósseo, interferindo em sua estrutura. Confira os impactos do tempo na nossa saúde óssea!
O que acontece com os ossos na velhice?
Quando uma pessoa perde mais colágeno e fosfato de cálcio do que pode repor, a saúde óssea é diretamente afetada. Isso enfraquece os ossos do esqueleto humano progressivamente.
Até por volta dos 30 anos, o organismo regula sozinhos a perda de massa óssea através de processos de regeneração. A partir dessa fase, no entanto, ocorre desequilíbrio entre a produção e reabsorção das células ósseas.
Esse processo torna o tecido ósseo fragilizado e aumenta risco de fraturas. Na prática,q uanto maior a idade, maior a vulnerabilidade a acidentes. Entre as mulheres, a menopausa é um fator de risco importante. Ao provocar redução do estrogênio, um hormônio feminino, torna os ossos porosos e mais suscetíveis a fraturas.
Desgaste comum nas articulações
Além das alterações ósseas, as articulações também sofrem desgaste natural com o envelhecimento. Segundo informações do Hospital Albert Einstein, a artrose é caracterizada pelo desgaste das cartilagens que recobrem os ossos.
Esse desgaste faz com que os ossos "batam" um no outro, gerando inflamação e dor. A condição afeta principalmente articulações que suportam peso como joelhos, quadris e coluna vertebral.
A artrose atinge pessoas com articulações sobrecarregadas, seja pelo excesso de peso ou pela idade avançada. A prática constante de esportes de alto impacto realizada de forma inadequada também contribui.
Os sintomas incluem dor que aumenta conforme a articulação é utilizada. Pode haver limitação de movimento, inchaço, rigidez e formação de nódulos nas fases mais avançadas.
Prevenção de problemas articulares na juventude
A prevenção da osteoporose começa na infância. Segundo informações médicas, é na infância que se inicia a aquisição de massa óssea, podendo atingir o pico aos 30 anos de idade.
Por isso, é importante adotar hábitos saudáveis ao longo de toda a vida. A prática de atividade física ajuda no fortalecimento dos ossos e melhora o equilíbrio e os reflexos.
Hábitos essenciais desde jovem:
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Alimentação balanceada rica em cálcio e vitamina D
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Prática regular de exercícios físicos
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Exposição solar adequada de 15 a 20 minutos diários
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Manutenção de peso saudável
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Evitar tabagismo e consumo excessivo de álcool
Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 50% das mulheres e 20% dos homens com idade igual ou superior a 50 anos sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida.
Quais as principais doenças ósseas em idosos?
Diversas condições afetam a saúde óssea na terceira idade. Conhecê-las é fundamental para diagnóstico precoce e tratamento adequado.
Osteopenia
A osteopenia é uma condição caracterizada pela perda gradual de massa óssea. Os ossos se tornam mais fracos, com maior risco de fraturas, mas ainda não tão intensamente como na osteoporose.
É vista como fase preliminar à osteoporose. Segundo a Organização Mundial da Saúde, considera-se osteopenia quando a densidade óssea está entre -1,1 e -2,4 desvios padrão no exame de densitometria.
A osteopenia pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais prevalente em mulheres após a menopausa. A diminuição do estrogênio facilita a diminuição da massa óssea e enfraquecimento.
Por ser assintomática, geralmente é descoberta apenas quando a perda óssea progride. Daí a importância de check-ups regulares, especialmente após os 50 anos.
Osteoporose
O Ministério da Saúde alerta que a osteoporose é uma doença que se caracteriza pela perda progressiva de massa óssea, tornando os ossos enfraquecidos e predispostos a fraturas.
As complicações incluem dor crônica, depressão, deformidade, perda da independência e aumento da mortalidade. Estima-se que cerca de 10 milhões de brasileiros acima de 50 anos têm osteoporose.
Quando identificada precocemente, um tratamento à base de cálcio, vitamina D, exercícios e medicamentos pode ser eficaz. A densitometria óssea é o exame que auxilia no diagnóstico. Ele mede a densidade óssea a partir de comparativos, identificando eventual fragilidade do osso.
Deficiências alimentares
A baixa ingestão de cálcio contribui consideravelmente para diminuição da densidade óssea. Homens e mulheres entre 18 e 50 anos precisam de 1.000 miligramas de cálcio por dia.
Essa quantidade diária deve aumentar para 1.200 miligramas quando as mulheres completam 50 anos e os homens 70. A deficiência desse mineral acelera a perda óssea precoce.
A vitamina D é igualmente importante. Ela ajuda na absorção do cálcio pelo organismo. Os raios ultravioletas do sol iniciam a ativação da vitamina D na pele.
Levar estilo de vida sedentário e má alimentação resultando em desnutrição prejudicam gravemente a saúde óssea. A deficiência de nutrientes essenciais acelera processos degenerativos.
Doenças articulares
Conforme explica o Hospital Albert Einstein, a artrite é uma inflamação das articulações que pode ter diversas causas. É mais comum que as articulações afetadas sejam as das mãos.
A artrite reumatoide é uma doença autoimune crônica. O próprio sistema imunológico ataca erroneamente as células do organismo, causando inflamação persistente nas articulações.
As articulações mais atingidas são mãos, pés, punhos, cotovelos, joelhos e tornozelos. A dor tende a ser simétrica, afetando ambos os lados do corpo simultaneamente.
Como fortalecer os ossos na terceira idade?
Atividades que envolvem levantamento de peso podem ajudar a prevenir perda óssea ou fortalecer ossos já fracos. Manter-se ativo beneficia os ossos independentemente de quando se comece.
Caminhadas, corridas, subir escadas e pular corda são exemplos que produzem impacto positivo. Segundo o Ministério da Saúde, a atividade física ajuda na redução de dores ósseas, articulares e musculares.
Técnicas de equilíbrio e melhora postural auxiliam a coordenação. Isso mantém as pessoas longe do risco de quedas, principal causa de fraturas em idosos.
Alimentos essenciais para saúde óssea:
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Laticínios com baixo teor de gordura
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Vegetais com folhas verdes escuras
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Salmão enlatado ou sardinha com espinhas
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Produtos de soja
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Cereais fortificados com cálcio
A exposição solar diária por 15 a 20 minutos, sem protetor, estimula produção de vitamina D. No entanto, isso deve ser feito por período curto para não expor a pele a riscos.
Como aliviar dores articulares?
Para casos de desconforto articular, diversas estratégias podem proporcionar alívio. A abordagem deve ser individualizada e baseada em avaliação médica.
A fisioterapia desempenha papel fundamental. Exercícios de fortalecimento muscular, propriocepção e alongamento são essenciais para recuperação e prevenção.
A aplicação de gelo nas primeiras 48 horas reduz inflamação e inchaço. Deve ser feita por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, sempre protegendo a pele.
Medicamentos anti-inflamatórios podem ser utilizados para controle da dor aguda. Sempre sob orientação médica, especialmente em idosos que podem ter contraindicações.
Para casos que exigem suporte adicional, a suplementação articular específica oferece abordagem completa. O Condromed Ultra Plus apresenta fórmula única 7 em 1 com ativos essenciais.
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Colágeno tipo II para regeneração da cartilagem articular
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Glucosamina com ação anti-inflamatória comprovada
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Curcumina como potente antioxidante natural
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MSM estimulando produção de colágeno endógeno
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Magnésio essencial para manutenção da cartilagem
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Vitamina D3 fortalecendo estrutura óssea
O Condromed melhora a dor e previne desgaste articular progressivo. Para tratamento de artrite e artrose em idosos, o protocolo de três a seis meses promove regeneração significativa.
A fórmula nutre a cartilagem e ajuda a prevenir respostas autoimunes inadequadas. Combinado com acompanhamento médico e hábitos saudáveis, maximiza chances de recuperação e manutenção da qualidade de vida.
Conclusão
A manutenção da saúde óssea na terceira idade exige comprometimento e cuidados contínuos. A prevenção iniciada desde jovem faz diferença significativa na qualidade de vida futura.
O diagnóstico precoce através de exames regulares permite intervenções antes que problemas graves se instalem. Quanto mais cedo a identificação, melhores as chances de controlar a progressão das doenças ósseas.
A combinação de alimentação adequada, exercícios físicos orientados e, quando necessário, suplementação específica oferece resultados superiores. O acompanhamento médico regular permanece indispensável.
Investir na saúde óssea significa investir em independência, mobilidade e dignidade. Com tratamento adequado e hábitos saudáveis, é possível viver a terceira idade com qualidade e sem limitações.
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